Integrado no modelo circular de gestão de resíduos da LIPOR, o Banco de Bens surge como “uma resposta ambiental e social, assente no princípio antes de substituir, reutilizar; antes de descartar, dar uma nova oportunidade”, apresenta a instituição.
Mobiliário, equipamentos elétricos e eletrónicos e outros bens podem encontrar novos contextos onde continuam a ser úteis, evitando a aquisição de novos equipamentos e reduzindo o desperdício de recursos. Através deste projeto, a LIPOR promove a reutilização interna dos seus próprios bens e possibilita também a sua doação gratuita a entidades de cariz social, como IPSS e ONG’s ou outras organizações com necessidades identificadas.
Para dar visibilidade a esta iniciativa, a LIPOR, entidade responsável pela gestão, valorização e tratamento dos resíduos urbanos produzidos pelos municípios de Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde, lança a campanha ‘Ainda tenho muito para dar’, uma abordagem criativa que coloca os próprios objetos no centro da narrativa.
Em vez de comunicar o fim da utilização dos bens, como mesas, cadeiras, armários ou equipamentos, a campanha destaca o que ainda podem fazer. Através de mensagens simples, próximas e bem-humoradas, os objetos tornam-se protagonistas das suas próprias histórias, convidando a comunidade a vê-los não como resíduos, mas como recursos com potencial para continuar a fazer a diferença, explica a entidade de gestão de resíduos.
“O Banco de Bens da LIPOR nasce da convicção de que a sustentabilidade passa também pela forma como valorizamos aquilo que já existe. Cada bem reutilizado representa menos desperdício, menos consumo de recursos e mais impacto positivo”, defende a organização num comunicado onde refere ainda que “muitas vezes, aquilo que perdeu a sua função para alguém pode ser exatamente aquilo que outra pessoa ou instituição procura”.
Fonte: Hipersuper