Um coletivo de produtores do Douro, lançou um novo vinho, que recupera uma casta histórica e rara da região
O Vinhas do Palácio Alvarelhão 2023 é um vinho raro e de produção muito limitada de apenas 1188 garrafas, que recupera uma das castas autóctones mais antigas do Douro, regularmente referida nos romances de Miguel Torga.
Proveniente de uma vinha plantada em 1920 em solos xistosos, o vinho presta homenagem ao Alvarelhão, uma casta autóctone já praticamente inexistente na região, de maturação longa e particularmente difícil de cultivar.
“Recuperar castas históricas como o Alvarelhão é também preservar a memória, identidade e autenticidade do Douro. Este vinho nasce de uma visão de longo prazo, onde inovação e património coexistem e se traduzem na valorização da extraordinária riqueza do Douro - património mundial da UNESCO – e uma das regiões clássicas do mundo do vinho”, afirma Filipe Caetano, Administrador-executivo, citado em comunicado.
Segundo o responsável pela viticultura e enologia, “este é um vinho muito aromático e elegante, com taninos suaves e de grande finesse, indicando potencial de envelhecimento”.
Vinificado integralmente em inox, o vinho apresenta aromas de cereja fresca, amora silvestre e ligeira romã.
Recomenda-se ser servido ligeiramente fresco, e harmoniza particularmente bem com pratos delicados, como carpaccio de vitela, robalo grelhado, tártaro de vitela ou saladas frescas. É também apto para veganos e vegetarianos.
Fonte: TecnoAlimentar