Uma equipa de cientistas da Universidade de Jaén analisa novas técnicas, para detectar e controlar os resíduos de pesticidas e contaminantes orgânicos no azeite e na azeitona.
A par deste estudo tentam encontrar uma nova ferramenta, mais eficaz, para lutar contra o fungo Verticillium dos olivais.
Estes cientistas tentam melhorar técnicas de análise de contaminantes da azeitona e do azeite, quer no que se refere à preparação prévia da amostra com a simplificação deste passo, que neste momento é o mais trabalhoso, como no resto da metodologia analítica, com a utilização da cromatografia.
Para isto, torna-se necessário conhecer, entre outras coisas, a incidência que, sobre os níveis de contaminação por hidrocarbonetos aromáticos, podem estar relacionadas com a proximidade ou exposição da matéria prima (azeitona) às potenciais fontes de contaminação, como são exemplo as estradas e as bombas de gasolina.
Interessa, também, avaliar os níveis de poluição por pesticidas e por produtos de degradação em águas superficiais e sedimentos de rios próximos dos olivais.
O outro trabalho está centrado em descobrir compostos naturais de maior actividade antifúngica procedentes da planta Bupleurum gibraltarium (endémica do centro e sul da península ibérica e norte de África), que sejam eficazes na luta contra alguns fungos patogénicos para olivais, girassóis ou plantas hortícolas.
Fonte: Consumaseguridad