As conservas alimentares são o resultado de um ou vários processos de manipulação dos alimentos, cuja finalidade é preservá-los do ataque dos microrganismos patogénicos, e mante-los nas melhores condições possíveis, durante um período de tempo maior ao da sua habitual vida útil.
Durante a sua elaboração a qualidade dos alimentos é retocadas e as suas propriedades originais modificados, como é o exemplo o sabor.
A elaboração de conservas caseiras é uma prática muito valorizada pelo consumidor e praticada por numerosas famílias.
As mais elaboradas são a marmelada, o molho de tomate e os vegetais em vinagre.
No entanto, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) aconselha a não consumir nem preparar conservas caseiras devido ao risco de contaminação por patogénicos.
A principal ameaça é a causado pelo Clostridium botulinum, uma bactéria que possui uma toxina que pode causar a conhecida doença do botulismo, e no pior dos casos a morte.
Os perigos na armazenagem e elaboração de conservas caseiras são reais e perigosos.
Por este motivo, é necessário tomar medidas de prevenção para evitar a proliferação de microrganismos não desejáveis e garantir a segurança do alimento.
As bactérias responsáveis pela deterioração contaminam facilmente o alimento quando as condições do meio são favoráveis à sua multiplicação.
Esta multiplicação só pode ser controlada, se se conhecerem os pontos débeis dos patogénicos podendo assim levar-se a cabo a elaboração de conservas caseiras com o mínimo risco associado.
Fonte:Consumaseguridad