No Reino unido, a FSA britânica têm em marcha vários programas de autenticidade sobre a etiquetagem dos alimentos, com o objectivo de assegurar que os consumidores recebem uma informação clara e exacta dos alimentos que compram.
Em Janeiro de 2008 iniciaram-se, com uma conferência europeia sobre a fraude alimentar, os primeiros trabalhos para dotar a União Europeia das ferramentas necessárias para identificar as fraudes alimentares no âmbito alimentar.
Para estes investigadores, melhorar a vigilância e aplicar as novas legislações são outras das soluções para reduzir os casos de fraude.
O objectivo primário da FSA, no que se refere ao controle da fraude alimentar, é o de que os consumidores tenham acesso a uma informação clara e exacta, de forma a que possam escolher os alimentos que compram, isto só será conseguido se for assegurado que a etiquetagem seja cada vez mais fácil de entender.
Todos estes objectivos estão a ser impulsionados através de alterações na legislação e uniformização entre fabricantes.
Um dos programas é o denominado Q01, que faz referência à autenticidade do alimento e à investigação da etiquetagem, e o outro é o Q02, que é mais específico da etiquetagem.
Ambos pretendem contribuir para o desenvolvimento de uma etiquetagem para todos os alimentos clara, compreensível e correcta.
Os programas incluem uma investigação para identificar onde são produzidos a maioria dos problemas e tratá-los com a maior eficácia, em função do que também está estabelecido do Codex Alimentarius.
Estes programas cobrem um importante leque de aspectos, dos quais se destacam a determinação de quais as principais preocupações dos consumidores; a aplicação das últimas tecnologias de detecção de fraude alimentar, onde se inclui a utilização de novos marcadores que se baseiam em proteínas ou em peptídeos; validação de métodos utilizados; controle industrial (desenvolvimento de protocolos que assegurem que se cumprem com as recomendações de etiquetagem) bem como transferência tecnológica.