A Associação da Restauração e Similares de Portugal declara que a proibição dos tradicionais galheteiros de azeite transforma Portugal no único país do mundo, que ostenta este monstruoso atentado à Gastronomia Património Cultural.
Classificando a Portaria lançada em 2005, que proíbe o uso dos galheteiros, como “infame resultado do poderoso “lobby” dos embaladores de azeite, que assim conseguiram o monopólio da sua comercialização, e a consequente, e imediata, triplicação do respectivo preço”, a ARESP vai exigir no dia 31, no seu próximo Congresso, a sua revogação.
Este pedido será feito perante vários deputados, que irão participar no Congresso.
No momento em que se traz à ribalta a necessidade de se rever a legislação sobre Higiene e Segurança Alimentar, tentando colocar o ónus desta situação na ASAE, a ARESP, entendeu que é chegado o momento de dizer basta, e dar nomes aos responsáveis, como se pode ler no comunicado da Associação.
Neste acrescenta-se que “foi a ASAE que detectou, e apreendeu, azeite falsificado pelos referidos embaladores, e foi o CDS-PP que não demonstrou qualquer preocupação, ou pudor, ao propor a aprovação daquela famigerada portaria”.
Fonte:Turisver