Os técnicos da Associação de Defesa do Consumidor analisaram 23 amostras, e na maioria dos ovos foram detectados problemas como peso incorrecto para a classe, frescura duvidosa ou presença de resíduos de medicamentos.
A Deco conclui, com este estudo, que muitos dos ovos testados já não deveriam estar nas prateleiras dos supermercados.
Os técnicos avaliaram 23 amostras, e a uma semana do fim do prazo de validade, os ovos já revelavam pouca frescura, o que mostra que os produtores e os centros de classificação têm de ter mais cuidado na atribuição da data de validade.
A falta de frescura é um dos problemas que mais afectam este produto .
Sem representarem um perigo para a saúde, nos ovos testados pela Associação para a Defesa do Consumidor, também foram encontrados vestígios de medicamentos entre eles um anti-parasitário proibido em avicultura.
Neste estudo, a Deco chama ainda a atenção para o facto do consumidor pagar mais por ovos que não correspondem à sua classificação.
Fonte: RFM