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Quando se fala em couve lombarda, mais é melhor
2008-04-15

Científicos do Serviço de Investigação Agrícola (ARS) identificaram 36 antocianinas na couve lombarda, nesta estão incluídas oito que nunca foram detectadas anteriormente na couve.

As antocianinas são compostos químicos que dão cor a muitos frutos e vegetais.

Estudos intensivos permitiram concluir que as antocianinas têm uma actividade antioxidante superior à da vitamina C ou E, no entanto, a função primária das antocianinas presentes nos frutos e nas flores não é a sua propriedade antioxidante mas sim a sua capacidade de atrair os animais responsáveis pela dispersão das sementes e polinização.

Os cientistas estão a intensificar o seu estudo sobre estes novos pigmentos e a sua absorção na corrente sanguínea.

Doze voluntários consumiram diferentes quantidades da couve lombarda cozinhada, junto com uma dieta completa de alimentos cuidadosamente controlados.

Cada voluntário terminou três regimes alimentares de dois dias, os quais incluíram 2/3, 1-1/3 ou 2 taças de couve lombarda.

Os voluntários conseguiram absorver a maior quantidade de antocianinas quando lhes deram a maior porção de couve lombarda cozinhada.

No entanto, as antocianinas identificadas pelos investigadores não eram absorvidas igualmente, como medida pela porção de composto ingerido que chegou à corrente sanguínea.

Aproximadamente 80% das antocianinas das couves verificou-se que eram aciladas, isto é, tendo como radicais grupos hidroxilo, como resultado as antocianinas eram mais estáveis e menos absorvidas.

As antocianinas não aciladas eram pelo menos quatro vezes mais biodisponíveis, ou absorvidas, que as antocianinas aciladas.

Fonte: ARS

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