Convém respeitar as normas de segurança alimentar e planear as comidas tendo em consideração os riscos associados às altas temperaturas.
Para finalizar o curso escolar de uma forma lúdica, costumam-se organizar excursões em diversos centros educativos.
São pequenas viagens de um dia, que se compartilha comida.
As sandes e marmitas com pratos elaborados em casa têm que aguentar não apenas a viagem e um tempo prolongado até serem consumidos, como enfrentar o calor característico desta época.
É óbvio que a comida das excursões escolares deve cumprir com alguns requisitos relevantes como ser saborosa e apetecível aos olhos infantis, não esquecendo que deve ser energética, nutritiva e de fácil manipulação para as crianças.
Os alimentos devem ser transportados num espaço reduzido (uma mochila) e com o menor peso possível para facilitar o seu transporte por forma a evitar um excessivo cansaço.
Não obstante, muitas vezes esquecemos que a comida por nós elaborada não é consumida após quatro horas da sua preparação e também nos cai no esquecimento a temperatura exterior elevada que proporciona o desenvolvimento e crescimento de microrganismos e também negligenciamos, o que pode elevar o risco e até criar um potencial foco de toxinfecção alimentar.
Por todas as razões aqui apresentadas devemos tomar precauções no momento de planificar e preparar a comida da excursão. Com o fim de reduzir ao mínimo este risco alimentar.
Fonte: Consumaseguridad