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Bolachas de uma empresa conceituada portuguesa na "lista negra" dos alimentos na China
2008-06-18

As bolachas de uma conhecida marca portuguesa estão na "lista negra" da Autoridade Chinesa de Supervisão da Qualidade, Inspecção e Quarentena (ACSQIQ), onde constam 427 produtos estrangeiros, para garantir a segurança alimentar durante os Jogos Olímpicos (JO).

As bolachas produzidas pela empresa portuguesa, aparecem na listagem da ACSQIQ entre os produtos que não cumprem os critérios de qualidade necessários para serem exportados para a China.

A agência governamental chinesa detectou na sua última inspecção a presença de coliformes nas bolachas.

A presença nesta lista não significa que os produtos estão proibidos de entrar na China, trata-se apenas de um aviso que mostra que, na última inspecção realizada, o produto não cumpria todas as normas de qualidade necessárias.

O documento com o nome e país de proveniência dos produtos que, segundo a ACSQIQ, não cumprem os parâmetros chineses de qualidade, é publicado de três em três meses na página de internet do órgão supervisor com o título: "Informação de alimentos e cosméticos não qualificados".

A China comprometeu-se a implementar medidas mais rigorosas no que diz respeito ao mercado dos bens alimentares para garantir a segurança dos produtos sobretudo durante os JO que decorrem entre 08 e 24 de Agosto em Pequim.

A empresa portuguesa não é a única a estar incluída na lista das autoridades chinesas, que inclui também o óleo de soja brasileiro e o camarão gelado de Moçambique.

A empresa portuguesa iniciou em 2001 as primeiras exportações para o mercado chinês, apostando, na forte aceitação dos seus produtos nos mercados asiáticos, com elevados padrões de qualidade e segurança alimentar.

O fabricante e o importador para a China têm agora de chegar a acordo para definir como melhorar o produto, para que este possa cumprir os critérios de qualidade na próxima inspecção de forma a ser retirado da lista.

A secção comercial da embaixada de Portugal em Pequim não recebeu qualquer notificação da ACSQIQ.

O órgão supervisor chinês referiu que os produtos não serão retirados do mercado, no entanto, 1,8 toneladas de salmão congelado transportado da Noruega foram destruídas esta semana.

O salmão continha a bactéria Vibrio parahemolyticus , que pode provocar vómitos, dores de estômago, desidratação e diminuição da pressão sanguínea.

O porta-voz da empresa norueguesa na China afirmou que vão investigar a causa da contaminação.

Fonte: RTP, Lusa

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