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ASAE estuda os alimentos potencialmente mais perigosos
2008-06-18

Técnicos da ASAE estão a estudar todos os alimentos que podem representar maior risco para a saúde para intensificar a fiscalização nesse grupo de produtos e minimizar os perigos para os consumidores.

Num dos testes já efectuados ao pescado, por exemplo, os especialistas da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) detectaram elevadas quantidades de mercúrio em espadartes e atuns.

Peixes que em breve deverão passar a estar na mira da ASAE, admitiu o Director Científico da ASAE e responsável pelo estudo que deverá estar concluído no final do ano.

Os técnicos da ASAE estão a analisar os circuitos de produção e comercialização alimentar para avaliar os riscos dos principais grupos dos alimentos consumidos em Portugal.

A ASAE quer ajustar os programas de controlo aos alimentos com maiores riscos para diminuir os perigos. Ou seja, quer pôr em prática medidas que garantam um risco o mais baixo possível.

Querem localizar os pontos que poderão ser mais críticos, para fazer uma fiscalização mais apertada mas também para avançar com acções pedagógicas junto dos consumidores e entidades envolvidas.

A equipa composta por engenheiros agrónomos e especialistas em áreas tão diversas como a biotecnologia, a química e a veterinária seleccionou os quatro grupos mais problemáticos: ovos e carne de aves; leite e produtos lácteos; carnes de bovino e suíno e pescado.

O director científico da ASAE lembra que os géneros alimentícios não podem ser tratados de qualquer forma, até porque «os microrganismos também se alimentam deles».

Fonte: Diário Digital

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