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Alumínio na dieta
2008-07-21

A presença de alumínio nos alimentos deve-se a vários motivos, não só ao facto de ser um mineral presente de forma natural no meio ambiente, como também por entrar em contacto directo com alimentos através de utensílios ou embalagens.

A quantidade que ingerimos deste metal durante a semana, através dos alimentos, poderá ser superior à considerada como tolerável.

Pelas suas particularidades, é amplamente utilizado para diferentes propósitos, dentro do âmbito alimentar, no tratamento de águas ou na produção de papel para envolver alimentos.

Em condições normais, a migração deste metal ligeiro para os alimentos é muito pequena, daí que seja utilizada em latas de bebidas, utensílios de cozinha ou para proteger e conservar a comida.

No entanto, quando em contacto com ácidos ou sais, em paelhas ou caçarolas, as concentrações nos alimentos podem aumentar substancialmente.

Um miligrama por quilo de massa corporal por semana, é a quantidade que os cientistas da EFSA (“European Food Safety Authority”) estabeleceram como “tolerável” para a ingestão de alumínio através da dieta.

Após uma avaliação exaustiva, foi determinado que em alguns casos este limite poderá ser superado.

Assim o demonstram vários estudos realizados em países como Hungria, Alemanha, Suécia ou Itália, segundo os quais os adultos podem chegar a ingerir entre 0,2 a 1,5 mg/Kg de massa corporal, e as crianças entre 0,7 e 2,3 mg/Kg.

Estudos realizados recentemente demonstraram que, através da absorção, o alumínio distribui-se por todos os tecidos em animais e humanos e acumula-se de forma particular em alguns órgãos como os ossos.

Os estudos, que analisaram também os efeitos adversos do alumínio, na saúde humana mencionam o sistema nervoso e o reprodutor dos animais.

O alumínio tem uma características que permite que o ácido o dissolva, pelo que os cientistas recomendam evitar o uso de caçarolas ou panelas de alumínio para cozinhar os alimentos confeccionados com vinagre, limão, laranja ou à escabeche.

No caso das latas que contenham bebidas ácidas este problema é resolvido com uma película de polímero de plástico.

Fonte: Consumaseguridad

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