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Padrões de vida dos vectores da língua azul terão que ser analisados
2008-07-29

O Quadro da Saúde e Bem-Estar Animal da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) afirmou que, embora não se tenha encontrado um único mecanismo que seja responsável pela sobrevivência do vírus da língua azul no decorrer do Inverno, os Culicoides infectados continuam a ser a via mais provável.

Embora dados recentes tenham mostrado que em áreas geograficamente diferentes de toda a Europa, alguns Culicoides podem permanecer activos no interior das casas durante o inverno, ainda não é claro o papel destes insectos, sobre a prorrogação do período de transmissão do vírus.

De acordo com a EFSA, em algumas áreas geográficas da Europa não existem períodos absolutos de ausência de vectores.

Dado que, actualmente, existe pouca informação sobre as actividades invernais dos Culicoides no interior das casas, e sobre a sua capacidade de propagação da doença, os especialistas comunitários têm recomendado aos Estados-Membros, que realizem intensas análises a nível regional, uma vez que o padrão de vida destes insectos pode depender da estação do ano e da sua localização.

Os insecticidas podem ser usados para limitar a população de Culicoides e os seus níveis de picadas, reduzindo assim o risco de transmissão do vírus da febre catarral ovina.

No entanto, não deverá ser a única medida utilizada para proteger os animais contra o vírus da língua azul.

A EFSA emitirá um parecer adicional, em Setembro, sobre os riscos relacionados com a passagem dos animais em áreas infectadas pela doença.

Fonte: Agrodigital

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