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Controlo alimentar na União Europeia
2008-07-30

As micotoxinas no sector dos cereais, agentes patogénicos em géneros alimentícios ou metais pesados como o mercúrio nos peixes, foram alguns dos incidentes que mais violaram a segurança alimentar europeia durante o ano de 2007.

No total foram emitidos mais de 7.000 notificações de produtos alimentares, dos quais 961 foram avisos, de acordo com o relatório anual do Sistema de Alerta Rápido para a Alimentação Humana e Animal (RASFF).

Sessenta e cinco porcento das notificações que ocorreram durante o ano de 2007, na União Europeia, vieram de produtos originários da UE, as restantes tiveram origem fora das fronteiras da comunidade, especialmente da China, um país não europeu, com uma maior taxa de produtos derivados de peixes suspeitos de risco sanitário.

A presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, no sector dos produtos da pesca, é um problema recorrente em segurança alimentar.

Trata-se, segundo a literatura científica, de um grupo de compostos orgânicos potencialmente genotóxicos e cancerígenos que entram no alimento através do meio ambiente, ou que resultam de diferentes métodos de preparação de alimentos.

Fazem parte deles benzopirenos, cujos teores máximos para o peixe fumado se situam nos 5,0 g ¼/ kg.

Actualmente, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) está a preparar uma actualização sobre os teores máximos desta substância presente nos alimentos.

As micotoxinas, metabólitos produzidos por fungos presentes numa grande parte da alimentação, têm sido, mais uma vez, o principal risco alimentar detectado na UE.

A sua presença em níveis superiores aos considerados toleráveis representa, bem como uma ameaça para a segurança dos alimentos, um risco para a saúde pública.

Entre este grupo destacam-se as aflatoxinas e a ocratoxina A, com demonstrados efeitos cancerígenos.

O pistacho tem sido o mais prejudicado, embora a tendência, em relação a outros anos, é claramente inferior.

No entanto, este é um alimento que ainda exerce as consequências de alertas detectados em 2005, quando as autoridades sanitárias da UE detectaram a presença de aflatoxinas em pistachos provenientes do Irão.

Os amendoins, provenientes de diferentes países como a China, Argentina, E.U.A., Egipto, Nicarágua e Índia, também foram noticia por conter este tóxico.

As amêndoas e as avelãs são outros dos produtos, que têm vindo a ser alvo de medidas especiais para prevenir a contaminação por micotoxinas.

Nos E.U.A, por exemplo, desde Setembro de 2006, que são aplicadas condições especiais de importação de amêndoas, com o objectivo de proteger a saúde dos consumidores.

Fonte: Consumaseguridad

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