Investigadores da Universidade de New South Wales (Austrália) desenvolveram uma técnica que permite extrair astaxantina das cabeças das lagostas.
O método tem uma dupla vantagem, porque não só permite ter uma nova fonte de astaxantina, mas também dá uma saída ao subproduto da lagosta.
Os investigadores descobriram que é um método viável para a extração desta substância à escala comercial.
A astaxantina é utilizada na alimentação das galinhas poedeiras como antioxidante e como um pigmento para a gema de ovo, especialmente quando eles não incluí o milho como ingrediente na ração.
Actualmente, a astaxantina são obtidas a partir das algas marinhas ou sinteticamente.
Fonte:Agrodigital