O ministro da Agricultura pôs fim à obrigatoriedade de garrafas invioláveis nos restaurantes, permitindo o regresso dos velhos galheteiro de vidro.
Para o ministro a garrafa inviolável não nos diz a proveniência do azeite, reconhecendo que parte do azeite servido nos restaurantes não é de origem portuguesa.
O ministro justificou esta alteração com o aumento do controlo da segurança alimentar.
O Governo anterior impôs as garrafas invioláveis quando não havia uma inspecção regular e rigorosa, hoje, esse problema hoje não se verifica, porque a ASAE efectua uma fiscalização que garante a segurança alimentar.
Os restaurantes vão poder ter variedades de azeite no menu, que os clientes escolhem consoante o seu gosto, adiantou o governante, frisando que as alterações legislativas vão ser produzidas em breve.
Estas medidas vêm ao encontro do defendido pela ARESP, que está na altura de acabar com o monopólio dos profissionais da embalagem das garrafas invioláveis.
Fonte: Diário Digital