Um novo método para detecção de células vivas de E. coli O157:H7 foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Missouri, dos Estados Unidos da América (EUA).
O novo método permite distinguir as células mortas das células vivas, o que é muito proveitoso, uma vez que as células mortas não causam danos para a saúde, enquanto apenas dez células vivas podem causar danos intestinais graves.
Na investigação foi utilizada uma técnica denominada Reacção em Cadeia da Polimerase (PCR), que é um método rápido e fiável para detecção e identificação de patogénicos em alimentos.
A técnica de PCR não permita diferenciar entre células mortas e vivas. Contudo, os investigadores marcaram as amostras com um corante denominado EMA que torna invisíveis as células mortas.
O EMA penetra apenas as células mortas, ligando-se às moléculas de DNA, tornando-as insolúveis, e portanto, invisíveis no método de PCR.
Os investigadores experimentaram esta nova técnica, com êxito, em carne picada, frango e ovos.
Esta técnica leva aproximadamente 12 horas a fornecer resultados, período inferior ao necessário nos métodos convencionais, os quais requerem aproximadamente dois dias para gerar resultados.
Fonte: CarneTec.com