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Agricultores preocupados com foco de “língua azul”
2009-10-14
Qualfood

O surto de “língua azul” que surgiu no norte alentejano está a preocupar os agricultores ao nível do efectivo pecuário da região, pois as altas temperaturas que se têm feio sentir favorecem a disseminação da doença.

Os primeiros focos foram detectados há cerca de um mês, já tendo sido infectados milhares de ovinos em diversas explorações agrícolas em diversos concelhos, como Nisa, Fronteira e Crato.

O coordenador do Agrupamento de Defesa Sanitária (ADS) de Monforte, José Luís Cachapa, explicou que o vírus se transmite através de um mosquito, que se desenvolver facilmente com as actuais condições climatéricas.

Contudo, o coordenador avança que, felizmente, se tratar de uma infecção através do serotipo 1, para a qual já existe alguma imunidade nos efectivos pecuários devido à vacinação maciça realizada no início de 2008.

Para minimizar o risco de disseminação, os agricultores já foram aconselhados a revacinar o efectivo pecuário.

Transmitida por um mosquito originário do Norte de África, a “língua azul” ou febre catarral surgiu em Portugal em finais de 2004.

Os primeiros surtos foram causados pelo vírus do serotipo 4, relativamente ao qual todos os animais ruminantes foram vacinados.

O primeiro caso de contágio através do serotipo 1 foi detectado três anos depois em Barrancos.

Embora dos efeitos deste surto sejam nefastos para os rebanhos, a febre catarral não tem impacto ao nível da segurança alimentar nem da saúde pública.

Fonte: Veterinária actual

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