A necessidade de selénio por parte do organismo é bastante reduzida. No entanto, isso não invalida a sua importância, pois, este mineral apresenta propriedades antioxidantes muito benéficas para o organismo, ajudando na prevenção de doenças degenerativas.
As nozes e os legumes são alimentos com alto teor de selénio, consequentemente, uma dieta saudável e variada assegura a ingestão adequada deste oligoelemento.
O selénio é um dos principais antioxidantes capaz de anular o efeito negativo dos radicais livres, responsáveis por modificações genéticas que ocorrem na pele e no intestino com o decorrer dos anos, e que levam ao aparecimento de doenças graves, como o cancro.
Alguns estudos sugerem ainda que uma dieta pobre em selénio pode ter um efeito adverso sobre a fertilidade masculina.
A noz do Brasil é o alimento com maior quantidade de selénio, seguida pelos cereais integrais, marisco, pescado, carne e produtos lácticos.
Os vegetais são também uma boa fonte de selénio, contudo, o seu teor depende em grande parte do solo onde são cultivados.
A carência de selénio no corpo humano é rara, mas quando ocorre, causa dores musculares fortes e problemas cardíacos.
Vários estudos relacionam as áreas geográficas com uma menor presença de selénio no solo e, consequentemente, nos alimentos nele cultivados, devido à exploração intensiva dos solos. Nessas áreas foi detectada uma maior incidência de cancro na população.
A dose diária recomendada de selénio é de 50 microgramas. Em circunstâncias específicas, poderá ser necessária uma suplementação, especialmente em pessoas com hábitos alimentares pouco saudáveis, fumadores ou idosos.
Fonte: Consuma Seguridad