Plantas de arroz geneticamente modificadas (GM), que contêm seis vezes mais ferro do que o arroz convencional, foram desenvolvidas por investigadores do Instituto suíço de Tecnologia de Zurique (ETH).
O arroz geneticamente modificado expressa dois novos genes, um que produz a enzima que capta o ferro e outro que produz a proteína que o armazena.
A acção conjunta das duas substâncias permite que a planta absorva mais ferro do solo e que este seja armazenado no núcleo do arroz.
Este arroz pode ser particularmente útil para combater a carência de ferro em países subdesenvolvimentos da África e da Ásia, onde o arroz é o principal alimento.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 2.000 milhões de pessoas no mundo (30% da população) sofrem de carência de ferro.
Fonte: Agrodigital