A ideia de introduzir um imposto sobre alimentos prejudiciais à saúde foi rejeitada pelo governo alemão.
Esta ideia foi proposta pelo partido ambientalista, estando em vias de se concretizar na Roménia e sendo já uma realidade em Taiwan.
Segundo a ministra da Agricultura e Defesa do Consumidor, Ilse Aigner, é errado pensar que se pode mudar a consciência das pessoas sobre os alimentos através de impostos ou de proibições.
Ilse Aigner respondeu assim à proposta da líder parlamentar de Os Verdes, Renate Kuenast, a favor da proibição da publicidade aos doces na televisão.
A dirigente ambientalista afirmou que, para combater o aumento da obesidade entre as crianças e jovens, é necessário proibir a publicidade aos doces, principalmente na televisão.
Aigner não foi sensível ao argumento e rejeitou igualmente as exigências dos ambientalistas para a instauração de um imposto sobre a comida considerada prejudicial à saúde (fast food).
Na opinião da ministra, cada um deve decidir o que é melhor para si e o papel do governo é dar todas as informações aos consumidores, para que possam alimentar-se de forma saudável.
Na Europa, a França recusou em Outono de 2008 um requerimento de um deputado da assembleia nacional para se aumentar o IVA sobre alimentos pouco saudáveis, como batatas fritas e tabletes de chocolate.
A ministra da Saúde gaulesa, Roselyne Bachelot, argumentou que o referido aumento atingiria sobretudo as camadas mais pobres da população.
Fonte: Diário Digital