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Estudo sobre causas das alergias alimentares
2010-03-11
Qualfood

As alergias alimentares vão ser objecto de um estudo especializado por Carlos Lozoya, médico do Hospital Amato Lusitano, de Castelo Branco, para quem muitas alergias não têm ainda causas identificadas.

Carlos Lozoya explica que "as alergias de base imunológicas provocam desde uma simples comichão até à morte", pelo que "é preciso estar atento, diagnosticar e tratar as verdadeiras causas".

Muitas causas das alergias não estão devidamente identificadas, como é o caso das que advêm dos alimentos, por não existir em Portugal estudos científicos suficientes que suportem essa tese, ao contrário do que se verifica na América, onde é já muito frequente esta análise.

De acordo com este médico, são muitos os alimentos, que vulgarmente integram a nossa dieta diária, que podem provocar reacções adversas, ou até mesmo alergias alimentares.

Os conceitos e os sintomas podem ser parecidos, mas as causas e efeitos são diferentes e importa distingui-los.

Ou seja, ter uma reacção adversa a um determinado alimento é diferente de ter uma alergia alimentar, se a primeira surge de forma pontual, até pelo estado de conservação do alimento ingerido no momento, podendo não se repetir, na alergia alimentar o sintoma prevalece, repetindo-se sempre que a pessoa ingere aquele alimento.

Assim, na sua tese de doutoramento, na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, Carlos Lozoya Ibañez, médico do Serviço de Imunoalergologia do Hospital Amato Lusitano, vai realizar um estudo sobre "Prevalência e características clínicas e genéticas das alergias alimentares em adultos da Beira Interior", orientado pelo professor Taborda Barata.

Esta será uma análise pioneira a nível nacional, e será realizada na área abrangida pela Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (com excepção dos centros de saúde de Vila de Rei e Mação, pela distância, e de Penamacor, que não aceitou entrar no estudo).

O estudo será constituído por um inquérito, realizado por telefone, a uma amostra da população da região - cerca de mil utentes dos diversos centros de saúde que integram a ULS de Castelo Branco, propostos a partir dos ficheiros dos clínicos gerais.

Os inquéritos começaram ainda este mês, e os primeiros resultados deverão surgir dentro de 14 a 15 meses.

Após a conclusão deste estudo, o médico planeia fazer outro, mas dirigido à população entre os 12 e os 18 anos.

Fonte: Destak

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