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Carapaça de caranguejo transformada em aditivo alimentar
2010-03-18
Qualfood

Um projecto científico da Universidade de Sevilha pretende converter o exoesqueleto do caranguejo vermelho do rio Guadalquivir, situado no sul da Península Ibérica, em compostos de alto interesse como aditivos alimentares, como o quitosano.

Segundo a responsável por esta investigação, Francisca Cabrera Escribano, a transformação do exoesqueleto deste caranguejo em compostos de interesse trás inúmeros benefícios, não só para a produção de aditivos alimentar, mas também a nível ambiental e económico, uma vês que a quantidade de resíduos de exoesqueleto produzida pelas empresas que comercializam a carne deste animal é cada vez maior e também porque estes são considerados uma praga para as plantações de arroz da região.

Assim, surge a abordagem para a produção de quitosano a partir dos resíduos do exoesqueleto do caranguejo. Primeiramente, devido ao seu alto valor e das múltiplas aplicações, e em segundo lugar, pela simplicidade do processo de produção.

A casca de caranguejo contém quantidades significativas de quitina (aproximadamente 10% de matéria seca).

A quitina é um polissacarídeo que se encontra distribuído pela natureza e é o segundo polímero mais abundante depois da celulose.

Este polissacarídeo é geralmente utilizado como agente floculante para tratamento de água, como espessaste e estabilizante em alimentos e medicamentos, entre outras aplicações. Porém, é altamente insolúvel na água e em solventes orgânicos, o que, na prática, resulta em limitações intransponíveis.

A hidrólise alcalina da quitina permite a produção de quitosano, composto muito mais solúvel em sistemas aquosos, biocompatível e não tóxico.

Fonte: Consumaseguridad

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