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EFSA aponta limite apropriado para consumo de marisco
2010-08-27
Qualfood

A Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) confirmou os resultados de um parecer anterior, que apontava que 400g é a dose máxima apropriada para uma porção de mariscos, de forma a que as biotoxinas marinhas não representem um risco para a saúde humana.

Em 2006, a Comissão Europeia (CE) solicitou à EFSA um parecer científico sobre a segurança do marisco e sobre os métodos de análise de biotoxinas marinhas estabelecidos na legislação da União Europeia (UE).

As toxinas presentes no marisco, se consumidas em elevadas quantidades durante longos períodos de tempo, podem tornar-se neurotóxicas ou carcinogénicas.

Aquando da solicitação da CE não existiam muitos dados disponíveis sobre o consumo de diferentes tipos de marisco em toda a Europa, o que dificultou o estabelecimento de uma porção adequada, que permitisse proteger, mesmo os grandes consumidores de marisco, de potenciais riscos para a saúde.

Posteriormente, cinco Estados-membros forneceram dados relativos ao consumo de marisco, permitindo assim a fixação da porção máxima de marisco em 400g.

A EFSA já confirmou esta porção, através da avaliação de dados fornecidos por mais quatro Estados-membros, Portugal, Espanha, Bélgica e França.

O consumo de marisco varia muito entre os Estados-membros. Os países comunitários com maior costa marítima apresentam um maior risco de exposição às toxinas marinhas.

Segundo o banco de dados da EFSA os Estados-membros com maior consumo de marisco são a Alemanha, a Bélgica, a Irlanda, a França e a Itália. Na Alemanha, 15 % da população apresenta consumos superiores a 200g/dia, já na Bélgica a percentagem é de 11.

Os novos dados foram considerados em conjunto com os dados do banco de dados da EFSA.

As biotoxinas marinhas que podem estar presentes no marisco incluem o ácido ocadáico e análogos, grupo das toxinas azaspiracidas, grupo das yessotoxinas, grupo das saxitoxinas, grupo das pectenotoxinas, ácido domóico, grupo das palitoxinas, grupo das ciguatoxinas, iminas cíclicas e grupo das brevetoxinas.

Fonte: FoodNavigator

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