12 de Abril de 2026
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Frutos e vegetais mais seguros
2010-10-22
Qualfood

Os frutos e os vegetais são a base de uma dieta saudável e equilibrada, por conseguinte, uma dieta deve conter, de acordo com nutricionistas, pelo menos, cinco porções diárias destes produtos. Todavia, também podem ser fontes de doenças de origem alimentar, embora estes não sejam os alimentos de maior risco.

Os problemas decorrentes da utilização de pesticidas são os mais fáceis de controlar e os que representam menor risco, enquanto os casos associados a patogénicos como a Salmonella, são de veras preocupantes.

Estudos realizados neste âmbito revelam que os frutos e vegetais menos ácidos, como maçãs maduras e alfaces, são mais propensos à contaminação por patogénicos do que os frutos e vegetais mais ácidos, como laranjas e tomates.

Microrganismos como a Salmonella ou a E. coli são associados com mais frequência a alimentos de origem animal, porém, os casos de intoxicações alimentares provocadas por vegetais e frutos contaminados também são bastante frequentes. Em 2008, nos Estados Unidos da América (EUA), ocorreu um surto de intoxicações alimentares, que teve como origem tomates contaminados com Salmonella.

Especialistas em segurança alimentar salientam a necessidade de implementar medidas de formação e educação das pessoas envolvidas, tanto no processo de colheita como em fases posteriores. A importância da disponibilidade de locais concebidos para uma correcta e regular higienização das mãos também é bastante realçada pelos especialistas.

Factores ambientais como a qualidade da água de irrigação, a presença de metais pesados em área de cultivo ou à utilização correcta dos produtos fitofarmacêuticos, são fundamentais na avaliação final dos riscos associados ao consumo de frutos e produtos hortícolas.

Os frutos e vegetais que são confeccionados a altas temperaturas apresentam um risco muito reduzido de contaminação, no entanto, a maioria dos frutos e vegetais são consumidos crus, pelo que se revela de estrema importância a sua desinfecção antes do consumo.

Por outro lado, a ingestão de frutas com pele não pode ser considerada uma questão de risco para a segurança alimentar devido à presença de pesticidas. Esta situação é prevista na avaliação de riscos dos pesticidas e na fixação dos Limite Máximo de Resíduos (LMR). A permissão da utilização de produtos fitofarmacêuticos exige uma avaliação das consequências que estes acarretam para a saúde dos consumidores.

Fonte: Consuma Seguridad

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