O Presidente norte-americano assinou uma lei que originará a maior reforma em décadas da segurança alimentar nos Estados Unidos da América (EUA).
O objectivo dos promotores da lei é salvar vidas, reduzir o absentismo causado por doenças originadas pela comida e poupar 152 mil milhões de dólares em custos anuais do sistema de saúde relacionados com enfermidades alimentares, segundo refere o The Christian Science Monitor.
Anualmente há 48 milhões de norte-americanos afectados por doenças alimentares e aproximadamente 3000 acabam por sucumbir.
Segundo número do Centers for Disease Control and Prevention, apesar de os surtos terem aumentado, o número de doentes tem-se mantido estável. "Não tem piorado mas também não tem havido melhorias significativas", vincou um investigador da Universidade da Florida.
A nova lei transfere mais poder e um maior orçamento para a Agência de Segurança Alimentar dos Estados Unidos (FDA) para tomar medidas de protecção ao consumidor.
A FDA ganha autoridade em situações de suspeita de contaminação, para retirar produtos em venda e interrompendo as instalações comerciais temporariamente, para além de vir a aumentar as inspecções.A Lei em questão estabelece a criação de projectos-piloto para analisar métodos rápidos de rastreio dos alimentos em caso de contaminação, assim como dar inicio a uma estratégia para proteger o país de possíveis práticas de terrorismo na cadeia alimentar e obrigar os importadores a verificara a segurança dos alimentos importados.
Fonte: DN Ciência / Confagri