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Aditivos alimentares: Perigosos ou inofensivos?
2011-09-13
Qualfood

Os aditivos são cada vez mais utilizados na indústria alimentar. Estas substâncias permitem camuflar muitas características indesejadas nos produtos, melhorando a sua apresentação, textura, aroma ou mesmo o sabor. Mas serão seguras para a saúde?

A quantidade de aditivos autorizados na União Europeia (UE) ascende às centenas. Entre as diversas classes de aditivos as mais conhecidas são: antioxidantes, conservantes, corantes e edulcorantes.

Habitualmente são substâncias com ou sem valor nutritivo não consumidas ou usadas como ingredientes, mas adicionadas intencionalmente aos alimentos para conservar, dar cor ou conferir sabor, entre outros objectivos tecnológicos.

Todavia, nem todos os aditivos são inofensivos. Alguns provocam efeitos secundários que se manifestam por problemas digestivos, alterações na pele, rinite ou crises de asma. Os mais prejudiciais podem até alterar o comportamento das crianças ou ter efeitos cancerígenos.

Na opinião da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), os aditivos só deveriam ser utilizados quando não há dúvidas sobre a sua segurança e quando são a única via para uma necessidade da indústria.

Os aditivos não podem servir para induzir em erro e devem trazer benefícios para o consumidor. Mas não é raro a associação de defesa dos consumidores encontrar, nos testes que efectua, produtos com aditivos desnecessários ou enganosos.

Quanto mais colorido, transformado ou elaborado for o alimento, maior a probabilidade de conter aditivos. É o caso de produtos de confeitaria e pastelaria, charcutaria, molhos e condimentos, refeições preparadas, refrigerantes, bebidas alcoólicas, entre outros.

Para minimizar a ingestão de aditivos, é importante analisar os rótulos. Os aditivos identificam-se pela classe funcional a que pertencem (edulcorante, por exemplo), nome (acessulfame K) ou código atribuído (E 950).

Determinados aditivos podem exigir menções complementares é o caso, por exemplo, de produtos que incluam os corantes E 102, E 104, E 110, E 122, E 124 ou E 129, cujos rótulos têm de alertar “(nome ou código do corante) pode causar efeitos negativos na actividade e atenção das crianças”.

Por conseguinte, é aconselhável variar a alimentação e preferir os alimentos simples e menos sujeitos a transformações industriais.

Fonte:Observatório do Algarve e Qualfood

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