Um novo teste rápido que permite a detecção da toxina botulínica do tipo A, produzida pela bactéria Clostridium botulinum, foi desenvolvido por investigadores do Centro de Investigação da Região Ocidental, mantido pelo Serviço de Investigação Agrária (ARS) em Albany, na Califórnia.
Embora os casos de intoxicação alimentar causados por esta toxina não sejam muito comuns, ainda representam uma preocupação para os investigadores da área de segurança alimentar.
Métodos anteriormente desenvolvidos já permitiam a detecção desta toxina, contudo, são métodos demorados, que têm de ser realizados em laboratório e bastante dispendiosos.
Em contrapartida, o novo método de detecção da toxina botulínica é rápido, fácil de utilizar e muito sensível.
O teste rápido baseasse na utilização de anticorpos monoclonais que se ligam à toxina em causa, permitindo assim a sua detecção.
Este método apenas permite detectar as toxinas botulínicas do tipo A, mas os investigadores pretendem, ainda este ano, desenvolver um teste capas de detectar as toxinas do tipo B e E.
Fonte: USDA