O zinco atua em diversas funções do nosso corpo, a falta dele tem consequências:
- fragilidade do sistema imunológico
- ferimentos que não cicatrizam
- dificuldade de sentir o paladar salgado nos alimentos
- problemas de pele (psoríase)
- falta de memória
- depressão, cansaço e fadiga
- atrasos no crescimento nas crianças e adolescentes
- atraso no desenvolvimento sexual e impotência
- queda de cabelo
- aumento dos níveis de glicose no sangue
- pele seca e amarelada
- mau funcionamento do fígado
- perda do paladar e anorexia (disfunção alimentar que reduz a ingestão de alimentos, causando baixo peso corporal e estresse físico)
- dificuldade na restauração de tecidos, o que aumenta o tempo de convalescença em períodos de doença.
De todos estes problemas o que mais preocupa é o efeito da falta de zinco sobre o sistema imunitário. Isso faz com que o organismo fique muito mais exposto a todas as doenças infecciosas.
O zinco é ainda mais importante para as crianças. A ingestão adequada desse mineral é essencial para crescimento saudável. De acordo com a OMS, algumas das maiores causas de morte infantil são diarréia, que ainda causa 18% das mortes entre crianças no mundo, e pneumonia, dois problemas que têm relação direta com a falta de zinco.
O idoso também deve incluir orientação nutricional para alcançar níveis desejados de energia e equilíbrio entre os macronutrientes, com a participação de melhores fontes de zinco na alimentação, a fim de suprir o sangue desse micronutriente de acordo com a necessidade do organismo.
Mesmo que esse mineral seja essencial para o nosso organismo, consumi-lo em excesso (mais de 50 miligramas por dia durante semanas) pode fazer mal à saúde. Isso acontece por causa da relação do mineral com as moléculas de cobre no organismo. Os principais sintomas de excesso de zinco e falta de cobre no organismo são diarreia, sonolência, letargia, enjoo e vômitos frequentes.
É fundamental atividades de educação alimentar, abordando temas como seleção, preparação e a utilização dos alimentos, de modo a serem minimizadas as carências nutricionais.
É necessário considerar que existem componentes que dificultam a absorção de zinco, como os fitatos dos cereais integrais, a fibra vegetal ou os oxalatos de algumas verduras. Se a alimentação se baseia numa ingestão de muitos alimentos deste tipo, poderão existir alguns problemas relacionados com sintomas carenciais de zinco.
No entanto, existem técnicas culinárias capazes de diminuir a quantidade de fitatos nos alimentos e assim aumentar a absorção do zinco, como dos outros minerais afetados. Entre elas, o fato de colocarmos as leguminosas de molho em torno de 12 horas.
Fonte: JMonline